4 de março de 2013

A HISTÓRIA DOS HINOS QUE AMAMOS


A HISTÓRIA DOS HINOS QUE AMAMOS
AUTOR: SILAS DANIEL
ED. CPAD, 2012, 349p

por Sandra Gonsalves

     Você alguma vez se perguntou como seu hino favorito foi escrito? Ou se interessou em conhecer sobre seu autor? Em A História dos Hinos que amamos Silas Daniel nos presenteia com a história de 117 hinos mais conhecidos no meio evangélico.  A iniciativa é louvável e muito bem vinda, pois hoje muitas músicas e muitos hinos evangélicos se tornaram pobres em seus conteúdos, outros foram feitos para agradar a “plateia” e não para o louvor ao Senhor.
  Em seu livro, Silas Daniel nos revela as circunstâncias em que os hinos foram escritos. Ele traz um breve relato da vida do autor da letra do hino e o compositor da melodia, bem como a letra original e sua tradução ou versão para o português. Há alguns erros de impressão e algumas frases repetitivas, o que não compromete seu conteúdo. Senti-me muito edificada  e emocionada por conhecer essas histórias.  Cito dois exemplos marcantes para mim:
    O que dizer a Deus depois de perder um filho de quatro anos de febre escarlate? Perder suas economias num incêndio? Perder quatro filhas num naufrágio? Horatio Gates Spafford escreveu na cabine do navio em meio a orações, quando ia encontrar-se com sua esposa, a letra do hino It is with my soul conhecido no Brasil como Sou feliz do Cantor Cristão nº 398 (pág. 17-19).
     Na década de 60, as ideias marxistas, a pregação pela liberação sexual, o livre consumo de drogas, o fim da moral conservadora, guerras e incertezas estavam em evidência. Neste contexto o casal William James Gaither e Gloria Gaither escreveu “Porque Ele vive posso crer no amanhã...”, parte do refrão de Porque Ele Vive (Because He Lives).
    O louvor é expressão de nossa alma a Deus. Quando louvamos (e não apenas cantamos), revelamos o tipo de relacionamento que temos com o Soberano. As histórias desses hinos nos remetem ao que o salmista Davi nos aconselha: “Cantai ao Senhor um cântico NOVO, cantai ao Senhor, todas as terras.” (Salmo 96:1, grifo meu).
       

Um comentário:

Patricia Galis disse...

Nossa que interessante gostei da dica.

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