31 de agosto de 2012

ERIC LIDDELL: MISSIONÁRIO E CAMPEÃO OLÍMPICO


           
Eric Liddell (1902-1945)
          No século XX centenas de missionários de vários países desembarcaram na China com o objetivo de semear o evangelho. Um deles foi Eric Liddell, o grande atleta olímpico que defendeu a Grã-Bretanha nos Jogos Olímpicos disputados em Paris.
Oriundo de uma família de missionários escoceses, Liddell era o segundo filho do reverendo James Dunlop Liddell. Entre 1908 e 1920 estudou em regime de internato, enquanto os seus pais prosseguiam a missão na China.
Selecionado para competir nos 100 e 200 metros pela seleção da Grã-Bretanha nos Jogos de Paris, Liddell chocou o mundo do desporto quando anunciou a sua desistência na prova dos 100m, porque as eliminatórias deveriam ser disputadas no dia 6 de Julho, um domingo, o Dia do Senhor. Substituiu então essa prova pela dos 400 metros, para a qual não estava preparado. Contudo, obteve a medalha de ouro, batendo o recorde mundial da época. Arrecadou também, nesses Jogos, uma medalha de bronze nos 200 metros.
Após a Olimpíada, Liddell embarcou para o norte da China, onde serviu como missionário nas cidades de Tianjin e Siaochang, entre 1925 e 1943. Foi ordenado pastor em 1932, e se casou com Florence Mackenzie, em 1934. Deste matrimônio resultaram três filhas: Patricia, Heather e Maureen.
 Após a invasão japonesa em 1937, Liddell sentiu o chamado para trabalhar em tempo integral como um campo missionário na Província Siaochang, onde seu irmão Robert era médico. Nas décadas de 1930 e 1940 a China era um território extremamente perigoso, devido à invasão japonesa e aos conflitos subsequentes, relacionados com a II Guerra Mundial. Como a situação política da China piorou, Liddell decidiu enviar sua esposa e dois filhos para a casa dela no Canadá, em 1941, até que os perigos maiores fossem dissipados.
 Em 1943 ele foi internado pelos japoneses no acampamento Weihsien com membros da Missão Interior da China. Liddell rapidamente emergiu como o líder no campo. Durante este tempo, ele manteve-se ocupado em ajudar os idosos, dar aulas de Bíblia, organizando jogos e ensinando ciência a crianças. 
Em sua última carta para sua esposa, ele falou sobre sofrer um colapso nervoso por causa do excesso de trabalho. O primeiro ministro britânico, Winston Churchill, negociou uma troca de prisioneiros, mas Liddell se recusou a ir, dando o seu lugar a uma mulher grávida. Ele morreu em 21 de fevereiro, 1945, cinco meses antes da Libertação, provavelmente devido a um tumor cerebral e a um surto de febre tifóide.
Um interno colega, Stephen Metcalfe, escreveu mais tarde de Liddell: "Ele deu-me duas coisas: Um era seus desgastados tênis de corrida, mas a melhor coisa que ele me deu foi a batuta do perdão. Ele me ensinou a amar os meus inimigos, os japoneses..., e orar por eles". 
A história de Eric Liddell foi contada no filme Carruagens de fogo, que venceu quatro Oscar em 1982, incluindo o de melhor filme. Sua vida é um exemplo de alguém que colocou a fé acima de ambição e fama pessoais. Para alguns, ele abandonou o sucesso por uma aventura. Para ele, o sucesso estava na vontade de Deus para a sua vida, mesmo que tivesse que perder os benefícios da fama e a própria vida.  
            George Gonsalves
Fontes:

http://mpfragmentos.blogspot.com.br/

pt.wikipedia.org/

Livro: Missões: até os confins da Terra – uma história biográfica: Ruth Tucker. Shedd Publicações, 2010.  

30 de agosto de 2012

PENSAMENTOS SOBRE O TEMPO



“O tempo é um vestígio da eternidade.”
 SANTO AGOSTINHO

“O que vivemos é um instante, menos que um instante; porém, a natureza dividiu essa coisa mínima para dar aparência de duração a esse pequeno espaço de tempo”.
 SÊNECA

“O tempo muda tudo, menos algo dentro de nós que sempre se surpreende com as mudanças.”
THOMAS HARDY

“Perca uma hora pela manhã, e ficará procurando por ela o resto do dia.”
 LORD CHESTERFIELD

“Todo poder humano é um misto de paciência e de tempo.”
HONORÉ DE BALZAC

“O Senhor quer nosso tempo precioso, não o nosso tempo de lazer”.
 A.C. LEE

“Cada gota de tempo me é preciosa.”
 SANTO AGOSTINHO

“Louvemos e coloquemos entre os mais felizes aqueles que fizeram um bom emprego do tempo que lhes foi dado”.
 SÊNECA

   “Se você gastar a maior parte do seu tempo sonhando com o dia de amanhã e se lamentando dos acontecimentos ocorridos ontem, nenhum tempo lhe sobrará para você fazer algo hoje.”
ARNOLD BENNETT

“Toda gente se queixa de não ter tempo bastante. É que olha a vida, sua vida com olhos humanos demais. Sempre se tem tempo de fazer o que Deus nos dá a fazer.”
 MICHEL QUOIST

“Se você nunca encontra tempo para nada, deve prepará-lo.”
 E.C. MCKENZIE

“Em ti, ó meu espírito, meço os tempos!”
 SANTO AGOSTINHO

“A maneira como usamos o tempo revela quem somos realmente.”
 RALPH W. EMERSON

“Os homens eminentes nunca se queixam de falta de tempo. Alexandre, o Grande, e João Wesley realizaram todas as suas gigantescas obras nas comuns 24 horas de cada dia.”

FRED SMITH

26 de agosto de 2012

ARMSTRONG E A PEQUENEZ HUMANA

Neil Armstrong (1930-2012)

O ex-astronauta norte-americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, morreu aos 82 anos neste sábado, dia 25 de agosto, em Ohio, nos Estados Unidos. Armstrong tinha sido submetido a uma cirurgia no coração no último dia 5 para desobstruir artérias. Segundo a própria família do ex-astronauta, Armstrong morreu após complicações decorrentes da cirurgia.

Armstrong tinha 39 anos quando comandou a tripulação da nave Apollo 11. Ao lado do também astronauta Edwin Buzz Aldrin, ele caminhou na Lua por quase três horas, no dia 20 de julho de 1969, vinte minutos após a nave aterrissar no satélite natural da Terra. Quando o astronauta americano estava prestes a pisar em solo lunar, disse a célebre frase: "Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade". Mas, é uma outra frase de Armstrong que me chama a atenção:
"De repente eu notei que aquela pequena e bela ervilha azul era a Terra. Eu levantei meu dedão e fechei um olho, e meu dedão cobriu totalmente a Terra. Eu não me senti um gigante. Senti-me muito, muito pequeno.
       
         Mesmo alçado a uma posição de heroi, e em meio a tanta fama alcançada, Armstrong não deixou de perceber a sua pequenez diante de um Universo grandioso. Talvez sua percepção não se restringisse apenas ao aspecto físico. O homem é ínfimo diante do mistério da vida. Karl Poper, filósofo da ciência, escreveu sobre a principal fonte da nossa ignorância: “o fato de que nosso conhecimento só pode ser finito, mas nossa ignorância deve necessariamente ser infinita. [...] Vale a pena lembrar que, embora haja uma vasta diferença entre nós no que diz respeito aos fragmentos que conhecemos, somos todos iguais ao infinito da nossa ignorância.”   
         
          Aqueles que não creem na existência de Deus deveriam, pois, se sentir pequenos ante ao fato de estarem vivendo em um Universo que teima em não fornecer as respostas mais importantes para suas vidas. Os crentes em um Criador de tudo o que existe deveriam, além de se sentirem humilhados, passar da admiração para a adoração e falar como o salmista: “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres e o filho do homem, que o visites? (Salmos 8:3-4)   


    George Gonsalves

23 de agosto de 2012

BELO LIVRO DE TOZER


HOMEM: HABITAÇÃO DE DEUS
AUTOR: A.W. TOZER
ED. MUNDO CRISTÃO, 2007, 157p.

        Livro maravilhoso de um dos meus autores favoritos. Tozer (1897-1963) não frequentou seminário teológico, mas seu conhecimento e, principalmente, discernimento espiritual nos conduz a pensamentos profundos e piedosos.
    A obra segue o padrão de outros livros de Tozer: capítulos curtos sobre assuntos teológicos, recheados de pensamentos tocantes como estes:
    “Aquele que, realmente, está convencido de que merece ir para o inferno tem menor probabilidade de ir para lá, ao passo que aquele que acredita que é digno do céu, por certo, jamais entrará nesse bendito lugar” (p. 15).
       “Jamais se acha a Deus acidentalmente” (p. 52).
     “Não acredito que seja da vontade de Deus que procuremos ser felizes, mas, sim, que procuremos ser santos e úteis. O santo será útil, e é provável que seja feliz também; mas o homem se busca a felicidade e esquece-se da santidade e da utilidade, é carnal” (p. 94).
       Destaco o capítulo “Três feridas leais”, em que Tozer discorre sobre contrição, compaixão e anelante aspiração por Deus. Um dos textos mais tocantes da minha vida.  
 George Gonsalves


               

                 
               




19 de agosto de 2012

A IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA E SEUS LÍDERES “IRREPREENSÍVEIS”


             

         Outro dia estive lendo uma entrevista concedida por um líder evangélico que se encontra em grande evidência no momento, e espantei-me ao perceber que o mesmo se referia aos membros de sua congregação como “meus fiéis”. O pronome possessivo utilizado traz em si muitas implicações. Não é raro encontrar pastores que assumem a postura não de servos, mas de donos do rebanho que lhes foi confiado, contrariando a determinação das Escrituras (I Pedro 5:2-3).
        O problema parece afetar com maior frequência a seara pentecostal, com sua infinidade de igrejas independentes, cujo limite de reprodução parece esbarrar apenas na frequência do surgimento de líderes carismáticos ou persuasivos. Não é raro encontrar pastores pentecostais defendendo que ‘prestam contas apenas ao próprio Deus’ no que diz respeito à gestão financeira, decisões administrativas, disciplina de membros e quaisquer outros assuntos de suas congregações. Pensam eles: para quê dar satisfação a um rebanho que me é sujeito incondicionalmente, além de ser de minha propriedade?
          Acredito que os sistemas de governo das igrejas tradicionais sejam menos vulneráveis à ação de líderes autoritários e centralizadores, por serem construídos de forma democrática e transparente, colocando limites no poder exercido pelos pastores sobre a membresia, através de conselhos ou presbitérios. Por outro lado, mesmo ali ocasionalmente ocorrem distorções, com homens de Deus sendo afastados de seus púlpitos por grupos de crentes influentes, prejudicando assim o avanço da obra de Deus.
          Um sadio relacionamento entre pastor e ovelha tem como fundamentos o respeito e o amor recíproco, sem os quais fica comprometido. O que falta a muitos crentes entenderem é que seus pastores não são seus superiores hierarquicamente, e não possuem posição privilegiada diante de Deus, mas apenas desempenham uma função diferente no corpo de Cristo. São, como nós, pessoas falhas e limitadas, dependentes da Graça divina para se manterem de pé. Afinal de contas, eles precisam de nosso apoio e compreensão, e não de nossa adulação e adoração.

 Carlos Alberto Figueiredo Júnior

15 de agosto de 2012

ABORTOS NÃO SÃO DESTINADOS A PRESERVAR A VIDA DA MÃE


 Menos de 1% dos abortos são destinados a preservar a vida da mãe, revela pesquisa

Pesquisa indica casos chocantes de banalização do procedimento que dá fim a vida de bebês
Um relatório feito na Grã Bretanha destinado ao parlamento inglês revelou que os procedimentos de aborto realizados para preservar a vida da mãe corresponderam a 0,006 % do total realizado no país.
Menos de 1% dos abortos são destinados a preservar a vida da mãe, revela pesquisaA lei que permite o aborto no país foi criada justamente para contemplar a possibilidade de salvar a vida das mães cuja gravidez ameaçasse sua vida. Porém, segundo o membro da Câmara dos Comuns, David Alton, depois de 6,4 milhões de abortos realizados no país, os números revelam que em 99,5 % dos casos em que a vida de um feto foi finalizada não havia risco para a saúde da mãe.
De acordo com o site WND, do total de abortos realizados, apenas 143 se enquadraram nos termos do Artigo 1, que se refere à preservação da vida da mãe. Os outros evidenciam que o procedimento foi realizado por motivos que envolveram algum tipo de escolha da mãe. “A sociedade precisa reavaliar a presunção de que o fim da vida de um nascituro é meramente uma questão de escolha”, diz Alton.
Para ele, a matança simplesmente saiu do controle. Ele cita o elevado número de adolescentes submetidos a abortos múltiplos. Alerta também para os profundos efeitos psicológicos que podem trazer à mulher. “Apesar disso, pouco tem sido feito para ajudar aqueles que passaram por esse processo, que implica em sofrimento e angústia em uma fase em que nem sempre atingiram a maturidade emocional suficiente”, ressalta.
Ele citou o chocante um caso em que os formulários para três adolescentes totalizaram a soma de 24 abortos. “Atrás de cada estatística há um coração batendo e precisamos nos lembrar que ao final de cada uma destas seis milhões de vidas existe uma tragédia”, disse ele.
Outro dado espantoso divulgado pelo The Telegraph é que algumas mulheres decidem abortar quando descobrem que o sexo do bebê não era o que esperavam.
Outra revelação é que médicos de 14 hospitais assinam formulários em branco que mais tarde seriam usados para justificar abortos.
Por Jussara Teixeira
Fonte: gospel prime

11 de agosto de 2012

OS DONS E AS ESCRITURAS


        
         Há alguns meses estive em uma conferência sobre teologia cristã. Um dos preletores era um renomado teólogo brasileiro de linha calvinista. Ao responder uma indagação de um ouvinte, ele disse que todo pentecostal está sujeito a graves heresias, porque os pentecostais colocam os dons espirituais em um patamar superior ao das Escrituras Sagradas. Assim sendo, os pentecostais não teriam parâmetro seguro para julgar qualquer manifestação ocorrida no seu meio. Esta afirmação é equivocada.
     Na verdade, o movimento conhecido por neo-pentecostalismo se afastou muito da teologia pentecostal clássica. Nas comunidades deste movimento há uma efusão de doutrinas anti-bíblicas oriundas de uma má compreensão da essência dos dons espirituais e um afastamento do princípio da Reforma Protestante sola scriptura.            
     A teologia pentecostal clássica aceita a atualidade dos dons espirituais como o de profecia, por exemplo. Contudo, rechaça a possibilidade de que alguma manifestação deste dom contrarie o testemunho das Escrituras Sagradas. Ou seja, a Bíblia é a regra única de fé e prática para o cristão, inclusive para julgar pretensas manifestações espirituais. Para confirmar este pensamento cito trechos de livros de vários teólogos pentecostais:
     Claudionor Corrêa de Andrade (pastor da Assembleia de Deus no Brasil):

   “Profecia: As profecias que hoje são enunciadas por intermédio do charisma, embora válidas para a exortação, consolação e edificação dos fiéis, não possuem valor canônico: não têm a validade das profecias registradas na Bíblia, nem tem autoridade para modificar qualquer dogma ou artigo de fé baseado nas Escrituras. Elas têm de passar pelo crivo da Bíblia Sagrada para serem recebidas pela congregação (I-Cor. 15:26-40) (grifei) (Dicionário Teológico.  CPAD. 1998, p. 244).   
               
     Donald Gee (inglês, 1891-1966):

    Presume-se que, na igreja primitiva, as mensagens por meio desses dons [espirituais] tinham a autoridade das Escrituras, mas o Novo Testamento desaprova completamente tal ideia. A igreja primitiva sempre apelava para as Escrituras do Antigo Testamento (note-se, nunca para os seus próprios ‘profetas’), ao sustentar as suas doutrinas e a fim de resolver todas as questões. (Atos 2:16; 15:15; 28:22.) A ’profecia da Escritura’ (II-Pe 1:20) provia um nível totalmente diferente de autoridade para eles, e ainda provê hoje também... [os dons] não foram dados nem para suprir o Novo Testamento, nem para preencher uma falta enquanto ele estava sendo escrito. O propósito desses dons era auxiliar e distinto, e quando empregados corretamente na sua própria esfera, são tão valiosos e necessários hoje em dia, como em qualquer outra época (grifei) (A respeito dos dons espirituais. Ed. Vida. 1987, p. 19).   

       William Menzies e Stanley M. Horton (americanos):
As Escrituras Sagradas, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, são inspiradas verbalmente por Deus. Elas são a revelação de Deus à humanidade, e nossa infalível e autorizada regra de fé e conduta (I-Ts. 2:13; II-Tim. 3:15-16; II-Pe 1:21) (grifei) (Doutrinas Bíblicas – uma perspectiva pentecostal). CPAD. 1995, p. 18.   

Ezequias Soares (brasileiro):
Os escritos divinamente inspirados se encerram na Bíblia, porém, o Senhor continua se comunicando com os seus servos e servas de forma individual, mas essa profecia não se reveste de autoridade para se igualar a dos profetas e apóstolos (grifei) (O Ministério Profético na Bíblia - A voz de Deus na Terra). CPAD. 2010, p. 202.   

J. Rodman Williams (americano, 1918-2008):
Deus se revela aos que estão na comunidade cristã. Essa revelação é subordinada ou secundária à revelação especial atestada nas Escrituras (p. 37).
A revelação especial foi dada por meio dos profetas do Antigo Testamento, de Jesus Cristo e dos primeiros apóstolos. Essa verdade centrada na Palavra encarnada foi preparada pelos antigos profetas e completada pelos primeiros apóstolos. Não há nada mais a acrescentar: a revelação divina foi plenamente declarada. Portanto, o que ocorre na revelação dentro da comunidade cristã não é nova revelação que vai além da revelação especial (nesse caso é espúria, e não divina) (p. 38) (grifei) (Teologia Sistemática – uma perspectiva pentecostal). Ed. Vida. 2011.   

Douglas A. Oss (americano, catedrático de hermenêutica e de NT):
O movimento pentecostal tem sido sempre um movimento baseado na Bíblia, que confia somente nas Escrituras Sagradas como autoridade para a nossa teologia e experiência. Além disso, sempre tivemos nosso compromisso com as doutrinas centrais do evangelicalismo. Não é agora que vamos abandonar a base bíblica da nossa fé. Se o movimento pentecostal se soltar do ancoradouro bíblico, passará a ser um navio sem leme, levado pelos ventos do modernismo e do misticismo. (grifei) (Cessaram os dons espirituais?) Wayne Grudem (org). Ed. Vida. 2003, p. 333.   
George Gonsalves

8 de agosto de 2012

PENSABA EM TI - MARCELA GANDARA

             Compartilho uma linda música, que exalta a majestade de Deus cantada pela mexicana Marcela Gandara. 


4 de agosto de 2012

PENSAMENTOS SOBRE ESPERANÇA



“Tudo que é feito no mundo é realizado pela esperança.”
                                                                    MARTINHO LUTERO

“A variedade das promessas não quer dizer que qualquer outra coisa que não seja Deus será nosso êxtase supremo.”
                                                                                                                                               C.S.LEWIS

“Não há tempo perdido em esperar quando esperamos no Senhor.”
                                                                                                        T. JONES

“Quando a esperança é viva, a noite é menos escura; a solidão é menos taciturna; o medo, menos agudo.”
                                                                                                              HENRIETTA C. MEARS

“Espera grandes coisas de Deus e empreende grandes coisas para Deus.”
                                                                                                     WILLIAM CAREY

“Tirando-se a esperança do peregrino, ele perderá as forças para a marcha.”
                                                                                                                 AGOSTINHO

“Sonhar a felicidade. Esperar é a vida.”
                                          VICTOR HUGO

“As grandes esperanças fazem os grandes homens.”
                                                              THOMAS MÜLLER

1 de agosto de 2012

OS LIVROS DA MINHA VIDA

7ª BLOGAGEM COLETIVA 
Blog Café entre Amigos:  www.cafentreamigos.com

            Há livros que nos ensinam, outros nos distraem. Mas, há alguns que imprimem marcas indeléveis na nossa alma, deixam saudades quando viramos a última página. Os que cito abaixo são alguns dos que me marcaram por motivos diversos. 
         A Bíblia, o livro mais importante da minha vida, não estará na lista, pois sendo inspirado por Deus está em um patamar completamente diferente em relação às obras que aqui menciono.      

CONFISSÕES
Santo Agostinho

          Teologia, filosofia, poesia e história em alto nível, em uma obra apenas. A profundidade do mestre de Hipona me impressionou. Em certo momento ele reflete sobre Deus: "Vós estáveis diante de mim; porém eu apartava-me de mim e, se nem sequer me encontrava a mim mesmo, muito menos a Vós!"

EU, UM SERVO? VOCÊ ESTÁ BRINCANDO!
Charles Swindoll


          O pastor Swindoll nos desafia a viver como servo de Cristo e do próximo, através de argumentação bíblica e histórias edificantes.

QUANDO A CORDA SE ROMPE
Stephen Brown

            Lições preciosas sobre para enfrentarmos os momentos em que o sofrimento bate à nossa porta. Mudou minha maneira de enxergar muitas coisas.

ESSE CRISTÃO INCRÍVEL
A.W. Tozer

       Um clássico de um dos melhores autores cristãos. Textos belos, profundos e desafiadores: "Não por seu tamanho é julgada a minha dádiva, mas por quanto de mim há nela. O homem não dá nada enquanto não der tudo. O homem não dá coisa nenhuma aceitável a Deus, enquanto não se der primeiro, em  amor e sacrifício". Impossível ficar indiferente. 

O SORRISO ESCONDIDO DE DEUS
John Piper 
   
             Reflexões sobre o fruto do sofrimento na vida de três homens: o ministro do evangelho e escritor John Bunyan, o poeta William Cowper e o missionário David Brainerd. 
            Senti-me profundamente humilhado pela virtudes demonstrada por Bunyan e Brainerd ao longo de suas vidas, mesmo em meio a terríveis provações. 


SOBRE A BREVIDADE DA VIDA
Sêneca

               Em um pequeno texto o filósofo estóico reflete sobre a efemeridade da vida e nos convida à virtude: "não temos uma vida breve, mas fazemos com que seja assim. Não somos privados, mas pródigos de vida." 


ENVIADO POR DEUS
Daniel Berg


                 Testemunho impressionante de alguém que enfrentou a malária, cobras, onças e a perseguição religiosa para anunciar as boas novas do evangelho no início do século XX no norte do Brasil. 

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