31 de março de 2010

SILAS MALAFAIA NO PROGRAMA DO RATINHO

Silas Malafaia no programa do Ratinho novamente: “Volto para debater até com o capeta”



        Na noite do dia 24 de março, o pastor Silas Malafaia esteve mais uma vez no programa do Ratinho, do SBT, para discutir o projeto de lei constitucional 122 – PLC 122, que criminaliza a homofobia – medo ou aversão ao homossexual. Há um mês, Silas Malafaia participou do programa em debate sobre a lei contra homofobia com a ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), autora do projeto, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pode entrar na pauta de votação do Senado. Nesta quarta-feira, a transsexual Rosana Star foi a convidada para discutir o tema com o pastor.
        Ratinho contou que após a exibição do programa, em fevereiro, foi muito criticado. Segundo o apresentador, as pessoas consideraram que Malafaia ganhou o debate do mês anterior por se expressar com mais desenvoltura. Em contato com o pastor e apresentador do Vitória em Cristo, programa de Silas Malafaia na TV, Ratinho o convidou para um novo debate. “O senhor topa, pastor?”, disse Ratinho. “Topo qualquer coisa, volto para debater até com o capeta”, disse Silas Malafaia.
“Eu não quero discutir religião. Eu quero dizer que Jesus ama todas as pessoas… Vamos discutir a lei? Ela é vergonhosa, ela é um absurdo, que quer privilegiar uma classe de gente. Toda sociedade precisa de limites. A escola diz assim: Em um pátio interno nenhum aluno pode se beijar, seja hetero ou homossexual. Ninguém se beija. No pátio de uma igreja ninguém se beija. Se o diretor da escola impedir ou se o pastor da igreja impedir, dois a cinco anos de cadeia”, disse o pastor. “Esse projeto criminaliza a opinião. Se uma pessoa tem uma babá evangélica e não quer que a criança seja educada por uma babá evangélica, pode demiti-la. Se uma pessoa tem uma babá homossexual e não quer que a criança seja educada por uma babá homossexual, pode demiti-la também”, comparou Malafaia.
        Em outro momento do debate, Rosa Star expressou: “Eu tenho pai, tenho mãe, sei o que é família e sei que um pai não gostaria que seu filho visse dois homens se beijando na televisão. Agora quanto à igreja, eu não sei porque criticar tanto a prárica do homossexual, do homossexualismo. Por que você não traz esse público para vocês de forma carinhosa? Se o senhor acha que eu posso mudar, por que não me convida para sua igreja? Por que você não convita o público lgbt para ir a sua igreja?”.
Malafaia respondeu: “Discordar da prática de uma pessoa não significa discriminá-la. Eu gostaria de informar que a igreja evangélica está lotada de pessoas em busca de transformação [...] e assim como você, qualquer homossexual que quiser ajuda espiritual, a igreja evangélica, Ratinho, está lotada. Isso é conversa. Ninguém leva homossexual para igreja para bater ou botar em quarto escuro”.

Você pode assistir em vídeo a segunda participação de Silas Malafaia no Programa do Ratinho acessando o canal de Vídeos Gospel do Gospel+, o Gvídeos.

Fonte: Guia-me / Gospel+







CIENTISTAS COMPROVAM A EXISTÊNCIA DAS 10 PRAGAS DO EGITO


Pesquisadores acreditam terem encontrado evidências dos verdadeiros desastres naturais das dez pragas do Egito, que levou Moisés a libertar os israelitas da escravidão no livro bíblico Êxodo.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Mas ao invés de explicá-los como decorrentes de um ato de Deus, os cientistas afirmam que as causas das pragas podem ser atribuídas a uma cadeia de fenômenos naturais provocados por mudanças no clima e as catástrofes ambientais que aconteceram há centenas de quilômetros de distância.
Eles compilaram evidências convincentes que oferecem novas explicações para as pragas bíblicas, que será apresentada em uma nova série a ser transmitida no canal de televisão Nacional Geographic no domingo de Páscoa.
Os arqueólogos acreditam amplamente que as pragas ocorreram numa antiga cidade de Pi-Ramsés no Delta do Nilo, capital do Egito durante o reinado do faraó Ramsés, o Segundo, que governou entre 1.279 aC e 1.213 aC.
A cidade parece ter sido abandonada há 3.000 anos atrás e cientistas afirmam que as pragas poderiam oferecer uma explicação para este abandono. Climatologistas que estudaram o clima antigo descobriram uma mudança drástica no clima da região, que ocorreu no final do reinado de Ramsés, o Segundo.
Ao estudar estalagmites em cavernas egípcias, os climatologistas foram capazes de reconstruir um registro dos padrões de tempo usando os traços de elementos radioativos contidos na formação calcária.
Eles descobriram que esses fatos coincidiram com o reinado de Ramsés. Antes havia um clima quente e úmido, mas depois o clima mudou para um período de seca.
O professor Augusto Magini, paleoclimatologista no instituto da Universidade de Heidelberg para a física do ambiente, disse que o “Faraó Ramsés II reinou durante um período muito favorável climáticas. Houve muita chuva e seu país floresceu. Este período úmido durou apenas algumas décadas. Após o reinado de Ramsés o clima faz uma curva acentuada para baixo em um gráfico. Há um período de seca, que certamente teria tido consequências graves”. Os cientistas acreditam que este parâmetro no clima foi o ponto de partida para a primeira das pragas.
O aumento das temperaturas poderia ter feito o rio Nilo secar, transformando o rio que flui rápido (que foi salva-vidas do Egito) em um movimento lento e cursos de água lamacenta.
Estas condições teriam sido perfeitas para a chegada da primeira praga, que na Bíblia é descrita como o Nilo voltando-se para o sangue.
O dr. Stephan Pflugmacher, biólogo do Instituto Leibniz de Água Ecologia e Pesca Interior, em Berlim, acredita que esta descrição poderia ter sido o resultado de uma alga tóxica de água doce. Ele disse que a bactéria, conhecida como Borgonha ou algas Blood Oscillatoria rubescens é conhecida por ter existido há 3.000 anos e ainda hoje provoca efeitos semelhantes.
“Ela se multiplica maciçamente no movimento lento das águas quentes com altos níveis de nutrição. E quando morre deixa manchas vermelhas na água”, disse.
Os cientistas também afirmam que a chegada deste conjunto de algas em movimento acarretou a chegada da segunda, terceira e quarta pragas – rãs, piolhos e moscas.
O desenvolvimento de girinos em adultos é regulado por hormônios que podem acelerar o seu desenvolvimento em tempos de estresse. A chegada das algas tóxicas teriam desencadeado tal transformação e forçou os sapos a deixarem a água em que viviam.
Com a morte das rãs, os mosquitos, moscas e outros insetos teriam se multiplicado por causa da falta de predadores. Esse fato, de acordo com os cientistas, poderia ter ocasionado a quinta e sexta pragas – gado doente e furúnculos.
“Nós sabemos que muitas vezes os insetos portadores de doenças como a malária provocam uma reação em cadeia, que é o surto de epidemias, fazendo com que a população humana fique doente”, explicou o professor Werner Kloas, biólogo do Instituto Leibniz.
Outra grande catástrofe natural que ocorreu a mais de 400 quilômetros de distância pode ser a responsável por desencadear a sétima, oitava e nona pragas, que trazem granizo, gafanhotos e trevas para o Egito.
Uma das maiores erupções vulcânicas da história da humanidade ocorreu quando Thera, um vulcão que fazia parte do arquipélago mediterrâneo de Santorini, ao norte da ilha de Creta, explodiu há cerca de 3.500 anos atrás. Essa erupção “vomitou” milhões de toneladas de cinzas vulcânicas na atmosfera.
Nadine von Blohm, do Instituto de Física Atmosférica da Alemanha, fez experiências sobre como se forma o granizo e acredita que as cinzas vulcânicas podem ter relação com trovoadas no Egito para produzir tempestades de granizo.
O dr. Siro Trevisanato, biólogo canadense que escreveu um livro sobre as pragas, disse que os gafanhotos também poderiam ser explicados pela vulcânica cair fora das cinzas.
“A queda de cinzas para fora do vulcão causou anomalias climáticas, que se traduz em precipitações mais elevadas e maior umidade. Isso é exatamente o que favorece a presença dos gafanhotos”, disse.
As cinzas vulcânicas também poderiam ter bloqueado a luz do sol realizando a história de uma praga da escuridão.
Os cientistas encontraram pedra-pomes, a pedra feita de arrefecimento de lava vulcânica, durante as escavações das ruínas do Egito, apesar de não haver qualquer vulcão no Egito.
A análise das rochas mostram que ela veio do vulcão de Santorini, fornecendo evidências físicas de que a precipitação de cinzas da erupção em Santorini atingiu a costa egípcia.
A causa da última praga, a morte dos primogênitos do Egito, tem sido sugerida como sendo causada por um fungo que pode ter envenenado o abastecimento de grãos, dos quais meninos primogênitos teriam prioridade em receber os alimentos da colheita, por isso foram a primeira vítima.
Mas o Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América, disse: “Eu estou relutante em avançar com as causas naturais para todas as pragas”.
O problema com as explicações naturalista é que elas perdem o sentido. “E a questão toda é que você não saiu do Egito por causas naturais. Você veio pela mão de Deus”, disse.

Traduzido pelo Gospel+

LIVRO DE YANCEY


DESCOBRINDO DEUS NOS LUGARES MAIS INESPERADOS
Autor: Philip Yancey. Ed. Mundo Cristão, 2005, 277 p.


          Poucos autores cristãos escrevem com tanta sensibilidade e perspicácia como Yancey, autor de vários best sellers como Maravilhosa Graça e Decepcionados com Deus. Aqui, escreve um livro que ele mesmo chama de “híbrido”. Contêm artigos, geralmente curtos, escritos sobre situações diversas ocorridas em lugares como Peru, Rússia e Alaska. Em cada momento procura fazer aplicação sobre o agir de Deus neste mundo.
          Excelentes os artigos: “Rumores de outro mundo”, “Um Deus abrangente”, “O dia em que o hino não soou tão bem” e “A igreja por trás das grades”.
           Ótima e edificante leitura.     
George Gonsalves





"A fé é a razão repousando em Deus."
                        CHARLES SPURGEON

"Comparamos a fé a uma espécie de vaso; pois a não ser que cheguemos vazios e com a boca de nossa alma aberta para buscar a graça de Cristo, não somos capazes de receber Cristo."
                                                                                                                          JOÃO CALVINO

"A alma é a vida do corpo; a fé é a vida da alma; Cristo é a vida da fé"
                                                                                      JOHN FLAVEL 


"Incredulidade é pecado. Não é claro que é pecado quando a criatura duvida do seu Criador? Não é crime e um insulto contra a Divindade do eu, um átomo, um grão de pó, me atrevo a negar suas palavras?"
CHARLES SPURGEON

"A fé significa desprezar-se terrivelmente de tudo, exceto de Cristo."
                                                                               JOEL R. BEEKE

"Pela justificação da fé somos quitados do pecado, e pela justificação das obras somos quitados da hipocrisia."
                                                                                                                   THOMAS MANTON 


"Nunca duvide nas trevas do que Deus lhe ensinou na luz."
ANÔNIMO

"A fé é a mãe da santidade e a ama-seca da virtude."
CHARLES SPURGEON
 
"O medo bateu à porta. A fé foi atender. Não havia ninguém lá."
DITADO INGLÊS
"De modo algum a fé real vem pelo fato de você determinar que irá obter aquilo que deseja. Se não houver promessa na Palavra de Deus, nem orientação clara do Espírito, não pode haver fé real."
R.A. TORREY

"Virtudes sem fé são pecados lavados."
                            CHARLES SPURGEON

"Basta que Deus fale e, se a Sua declaração contradisser cada um dos cinco sentidos e também todas as deduções da lógica, ainda o crente continuará a crer."






A.W. TOZER

"A fé significa que você quer Deus e não quer querer mais nada."
                                                           BRENNAN MANNING

"A fé começa precisamente onde termina a razão."
KIERKEGAARD


"Estou realmente convicto de que todo cristão às vezes tem dúvidas e que as pessoas que não têm dúvidas são exatamente as que deveriam tê-las."

                                                                                                           CHARLES SPURGEON



"O verdadeiro realista, se incrédulo, vai sempre encontrar força e capacidade para descrer do milagroso, e se for confrontado com um milagre como fato irrefutável vai de preferência descrer de seus próprios sentidos em vez de admitir o fato. A fé não {...} brota do milagre, mas o milagre da fé."

                                                                               DOSTOIEVSKI


"A fé é a fonte, o fundamento e a fomentadora da obediência."

CHARLES SPURGEON



"A fé aparece onde menos se espera e vacila onde deveria florescer."
 PHILIP YANCEY



"A fé não é obra, mas mestra e vida das obras."
MARTINHO LUTERO 

"Não é apenas verdade que a fé é mãe de todas as energias deste mundo, mas é também verdade que os inimigos dela são os pais de toda a confusão do mundo"
CHESTERTON 

"Se existe um pecado mais hediondo do que a incredulidade de um pecador, é a incredulidade de um santo."
CHARLES SPURGEON


















































VERDADES E MENTIRAS SOBRE A PÁSCOA

Pascoa? Ovos de Pascoa? Verdades e mentiras sobre a comemoração do dia da ressurreição de Cristo



Quando você pensa em chocolate, bacalhau e coelho que comemoração te vem à mente? Com certeza você se lembrou da Páscoa. Conhecida mundialmente como uma festa cristã, ela é mais antiga do que se imagina, sendo comemorada muitos anos antes do nascimento de Jesus Cristo e por diversos povos da antiguidade.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A Páscoa, como conhecemos hoje (com ovos de chocolate, alusão ao coelho, etc) modelou-se com o passar dos anos, mas tem como principal influência a Páscoa Judaica. Antes de Jesus morrer na cruz e ressuscitar era este o tipo de Páscoa comemorada. Portanto, Páscoa cristã e judaica são diferentes, mas é a partir da festa judaica que os cristãos comemoram a ressurreição do Salvador.
Para os judeus a páscoa significa “passagem”, por isso o nome da festa é Pessach (passagem). De acordo com a tradição judaica, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando o Senhor enviou dez pragas sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, – que seria a morte dos primogênitos das famílias egípcias -  Moisés  foi instruído por Deus a pedir que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas, para que seus primogênitos não fossem exterminados.
Quando anoiteceu as famílias comeram a carne de um cordeiro sem mancha, pães sem fermento e ervas amargas. Depois um anjo, enviado por Deus, matou todos os primogênitos egipícios. Depois deste episódio Faraó libertou os hebreus da escravidão. Como memória desta libertação foi instituído para todas as gerações de judeus a celebração da festa de Pessach, como forma de lembrar o favor de Deus.
Pessach, então, significa a passagem do Senhor através de seu mensageiro, o anjo. Depois foi acrescentado a esta concepção a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, confirmando a sua libertação. Os judeus comemoram até hoje os valores que a história narrada no livro de Êxodo: liberdade, justiça e reinício do ciclo da vida.
Para os cristãos a Páscoa tem um significado semelhante, é a comemoração da passagem de Jesus da morte à ressurreição. Os primeiros cristãos passaram a comemorar a Páscoa, como conhecemos hoje, porque viram uma relação entre a libertação do povo de Deus no Egito e a libertação da morte para a vida, pregada por Jesus.
Outro motivo para que a grande festa cristã tenha o mesmo nome da festa judaica deve-se à Paixão de Cristo ter acontecido no início do Pessach. Então a última ceia teria sido um Seder, o jantar realizado na véspera do início da Páscoa judaica.
Embora as duas festas tenham o mesmo nome não ocorrem na mesma data. A Páscoa cristã é comemorada no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de primavera (de outono, no hemisfério sul). Já as comemorações da Páscoa judaica têm início na primeira lua cheia do mesmo equinócio. O início do Pessach e a Páscoa cristã podem cair no mesmo dia, mas isso dificilmente ocorre.
A Páscoa de outros povos
Vários povos da antiguidade comemoravam uma espécie de Páscoa. Porém normalmente eram festas pagãs em homenagem aos seus deuses ou a comemoração da chegada da primavera. Atualmente a Páscoa cristã é a mais comemorada.
Em março de 250 a.C, em Roma, era celebrada uma festa religiosa, em que o protagonista era um ser meio homem, meio deus, filho de uma virgem e que ressuscitava todo ano. Essa festa era uma homenagem à deusa Réia ou Cibele e ao Attis, a pessoa que ressuscitava. Para o povo egípcio era uma festa para o deus Osíris, que também ressuscitava.
A partir do século IX, com a conversão do povo germânico ao cristianismo, alguns símbolos das festividades pagãs foram incorporadas na festa cristã. Este é o caso do coelho, que era a representação da deusa da primavera entre os povos bárbaros. Ainda hoje, Páscoa é chamada Ostern em alemão e Easter em inglês – derivações do nome da deusa Eostre.
Essa relação do coelho com a fertilidade foi mal interpretada por ingleses até meados do século XX. Durante a festa fazia-se brincadeiras eróticas, como levantar uma mulher três vezes para ganhar um beijo.
A tradição dos ovos de páscoa
Na maioria dos povos, desde as mais remotas épocas, o ovo é símbolo de nascimento e ressurreição. Diz a lenda que Simão, o cirineu que ajudou Jesus a carregar a cruz ao Calvário, era vendedor de ovos. Ao voltar para casa, depois da crucificação, percebeu que os ovos estavam todos milagrosamente coloridos feito um arco-íris. Já o coelho era o símbolo da fertilidade no Antigo Egito. Não foi difícil, portanto, escolher para a Páscoa um símbolo que fosse popular e facilmente reconhecível. Assim, o coelho esconde ovos coloridos em ninhos, para que as crianças possam procurá-los, como presente de Páscoa.
Fonte: Gospel+





A “INQUISIÇÃO” PROTESTANTE


Gravura sobre a execução de Felix Manz


por George Gonsalves

    Em Zurique, Suíça, pela primeira vez, um governo protestante decretou pena de morte àqueles que praticassem o “rebatismo”, ou seja, quem se decidisse a batizar-se em fase adulta. Foi em março de 1526. As vítimas deveriam ser afogadas “sem piedade”. [1] Zuínglio, humanista, pastor e grande reformador, concordou com o decreto. 
   Esta lei atingiu em cheio a um grupo de cristãos, discípulos de Zuínglio. Ficaram conhecidos por anabatistas ou radicais. Para eles, o que praticavam não era rebatismo, tendo em vista que não consideravam o batismo infantil válido, porquanto não fora acompanhado de fé pessoal.                  
    No ano seguinte Felix Manz, discípulo brilhante de Zuínglio, foi condenado à morte por afogamento. Eis um resumo do julgamento dos magistrados de Zurique: “[Manz] e seus adeptos separaram-se da Igreja e se agruparam sediciosamente para formar um cisma e constituir uma seita independente sob o nome de uma assembléia cristã.”[2]
    A execução se deu no mesmo dia, 5 de janeiro de 1527, no rio Limmat, em Zurique. Ela foi acompanhada pelo irmão e pela mãe de Manz que, em alta voz, o animaram a manter-se firme durante todo o caminho para a execução.[3] 
    Perto dali, na Genebra de Calvino, outras penas de morte foram cumpridas. São grandes manchas de intolerância na história do protestantismo.
_____________________________________________________________________
[1] Dickens, A.G. A reforma na Europa do século XVI, Editorial Lisboa, 1971, p. 134.
[2] Delumeau, Jean. O pecado e o medo, EDUSC, 2003, p. 64.
[3] Driver, Juan. La fe em la periferia de la historia, Ediciones Clara-Semilla, 1997, p. 173.   

23 de março de 2010

PASTOR CRITICA A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Pastor produtor dos filmes Desafiando Gigantes e À Prova de Fogo critica a Teologia da Prosperidade.
  

        “Reavivamento não se trata de uma grande multidão, mas trata-se de pessoas quebrantadas que querem ficar bem com Deus”, diz o pastor da igreja que produziu os filmes cristãos “Desafiando Gigantes”. “A Virada” e “À Prova de Fogo”.
        “Dependendo do tempo, lugar e pessoas, reavivamento pode parecer diferente”, disse Michael Catt, pastor sênior da Igreja Batista de Sherwood em Albany, Geórgia (EUA). Mas todas as partes reavivam alguns elementos em comum: o arrependimento, a confissão, restauração e quebrantamento.
        “Se nós estamos com fome e sede por Deus, se existe um desejo de mais, se há uma insatisfação com os santos, acreditando que com certeza Deus morreu por mais do que aquilo que estamos vendo em nossa igreja típica de hoje, estes são os elementos para um renascimento”, disse Catt, em uma entrevista para seu novo livro O poder da entrega: quebrantamento e reavivamento, lançado neste mês nos EUA.
        Catt afirmou claramente que o livro não é sobre o crescimento da igreja. Pelo contrário, é sobre a purificação da igreja. “E se nós pedíssemos desculpas pelas coisas que varremos para debaixo do tapete e ignoramos dizendo: ‘Senhor, nós pecamos contra ti e pedimos o seu perdão pelo que fizemos”, indagou o pastor e produtor do filme.
        O movimento do teologia da prosperidade e seus ensinamentos, entretanto, apresentam um problema para a renovação, porque confunde as pessoas, observou ele. Teologia da prosperidade, tal como definido pela Lausanne Working Group é o ensinamento de que “os fiéis têm o direito de ter as bênçãos de saúde e riqueza e que eles podem obter essas bênçãos através de confissões de fé positiva, mediante a fiel pagamentos de dízimos e ofertas”.
        Catt apontou para um artigo encontrado na edição de dezembro da revista Atlantic. No artigo “Por que o cristianismo causou a batida?”, é questionado se o ensino do teologia da prosperidade desempenha um papel na América Latina por causa da crise econômica e habitacional.
        A revista criticou que o teologia da prosperidade incentiva as pessoas a comprarem coisas que não podem pagar e ensina que elas não devem ser preocupar porque Deus quer abençoar materialmente aos fiéis. Se eles têm fé suficiente, então Deus proverá os meios.
        “Às vezes o teologia da prosperidade e do sentir-se bem gospel dizem às pessoas o que elas querem ouvir”, disse Catt. “Mas quando você coloca que, ao lado do ensinamento de Jesus de carregar a cruz, a única razão para a cruz no primeiro século estar morrendo, então como encaixar o ‘morrer a cada dia para crucificar sua carne’ e ‘a teologia da prosperidade’?”
        O pastor batista disse que para ele se o sermão não funciona em uma cabana de lama em um país do terceiro mundo, então provavelmente não é verdadeiro.
Traduzido pelo Gospel+ do Christian Today
Gnotícias

Dia da Evangelização Internética

Dia da Evangelização Internética – Cristãos de todo o mundo juntos pregando o evangelho na internet.


        O Dia da Evangelização Internética é um dia especial para aquelas igrejas que querem explorar em conjunto com seus membros as fascinantes oportunidades para compartilhar as Boas Novas na rede. Materiais preparados e disponíveis gratuitamente para download e ser rapidamente utilizadas na montagem de apresentações de 5 a 50 minutos de duração. Os materiais disponíveis incluem apresentações seriadas, videoclipes, roteiros de peças e canções, etc. 
        Muitas igrejas estarão comemorando este evento neste ano de 2010 pela sexta vez desde que o mesmo foi lançado em 2005. Desde então a mídia digital se desenvolveu de maneira impactante com o advento do YouTube, Facebook e Twitter e com o uso crescente de dispositivos de telefonia móvel que acessam os serviços online.
        O website do Dia da Evangelização Internética centraliza informações que cobrem vários assuntos incluindo-se aí: como construir um website para sua igreja que seja amigável para ‘os de fora’, como fazer uso do Twitter para evangelizar e idéias para blogar de maneira eficaz. O mais supreendente é que você não precisa ser um nerd para compartilhar sua fé no mundo online. O site ainda ainda oferece a você a oportunidade para se voluntariar e servir como mentor para quem tiver dúvidas em variados ministérios disponíveis online.
        O Dia da Evangelização Internética é uma iniciativa da Coalizão Internética de Evangelismo, sediada no Billy Graham Center, na cidade de Wheaton, Illinois, nos EUA. É uma iniciativa apoiada por um grande número de líderes e grupos cristãos. O bem conhecido autor John Stot declarou – “eu fico muito contente em recomendar o Dia da Evangelização Internética”. É uma excelente oportunidade para que igrejas passem a explorar ou explorem de forma melhor as oportunidades trazidas com a internet.

A data mundial para o evento é o dia 25 de abril.
Gnotícias
Fonte: Pavablog / Gospel+








22 de março de 2010

Haiti – Após a tragédia: Deus

Haiti - Após a tragédia: Deus

        Sob os escombros de sua casa, um estudante de seminário no Haiti guarda com muito cuidado os estudos bíblicos. Apesar da atmosfera sombria, Uriel Blanchet diz: “Eu não gostaria de estar em outro lugar.” 
        Blanchet é um estudante do segundo ano do seminário teológico evangélico na capital Porto Príncipe. Sua casa foi completamente destruída no terremoto de magnitude 7,0, que matou mais de 230.000 pessoas em janeiro e deixou mais de um milhão de desabrigados. Ele e sua família dormem no quintal de sua casa, ou o que sobrou dela.
        Em uma carta falando de sua matrícula para o terceiro ano, divulgada pela Igreja Mars Hill, em Seattle, EUA, Blanchet disse que não possui recursos financeiros para retornar ao seminário, mas ele quer saber mais sobre a Escritura e compartilhá-la com os outros.
       “Com certeza gostaria de ter a oportunidade de estudar a Palavra de Deus um pouco mais para poder continuar com este ministério de estudo da Bíblia”, escreveu.
        O seminário teológico evangélico STEP está abrigando cerca de 2.500 pessoas no campus, lugar em que os haitianos não foram apenas para encontrar refúgio, mas também para encontrar a alegria de adorar a Deus.
       “Eu estava dirigindo para o campus quando ouvi o som de música vinda de longe”, disse Thomas Kim, diretor-executivo do projeto Igrejas Ajudando Igrejas.
       “Eu continuei até o morro, virei a esquina e lá estava: em todos os lugares vi as sombras dos haitianos, que saltavam alegremente ao ritmo da música. Embora eu não conseguisse entender a língua, essa música era alta e clara: ‘Hosana!’ Com as mãos levantadas o povo cantou “Hosana!”, disse Thomas Kim.
       O corpo docente do STEP estima que 300 pessoas tomaram decisões por Cristo desde o terremoto. STEP é um dos seminários mais proeminente no Haiti. Sua missão é preparar líderes piedosos haitianos e fazê-los discípulos de Cristo a fim de transformar suas comunidades, para a glória de Deus.
      Organizações que servem toda a ilha do Caribe têm relatado a adoração ativa e as dezenas de milhares de decisões por Cristo em meio à devastação.
      Pastores e diretores de missões do Missionaire Confraternite Baptiste d’Haiti (CMBH) informaram que 40.127 haitianos fizeram profissões de fé em Jesus Cristo desde janeiro, de acordo com Batista Press.
      O missionário Roy Shelpman da Baptist Mid-Missions disse que mais de 80 pessoas entregaram suas vidas a Cristo no mês passado durante reuniões extraordinárias, realizadas pela Igreja Batista Hosana em Jacmel.
Traduzido pelo Gospel+ de Christian Today
Gnotícias

Baixe Pregação.

Baixe Pregação.

 
Pregador: George Gonsalves
Transferir Agora 
____________________________________________________________



Titulo: Vivendo entre anjos e feras
Pregador: Rdo Menezes

____________________________________________________________


 

Titulo: Tudo concorre para o bem!
Pregador: George Gonsalves

____________________________________________________________



Titulo: E vos vivificou estando vós mortos!
Pregador: Roberto Pereira.
Título: É tempo de aborrecer (Ec. 3:1 e 8)

OS ESTIGMAS E O PERDÃO


"O incrédulo São Tomé", de Michelângelo

por George Gonsalves
      Desde que me converti ouço expressões como: “não devemos ser crente como Tomé”. De fato, o apóstolo Tomé tem sido desvalorizado ao longo da história da igreja. Ele ficou estigmatizado como o “discípulo sem fé”, o mais hesitante dos apóstolos. Sua frase na ocasião da ressurreição de Cristo é repetida como filosofia de vida dos céticos e materialistas: “A menos que eu veja, não acreditarei”.
      Um exame mais cuidadoso do Novo Testamento, no entanto, nos revelará que Tomé não foi de modo algum mais incrédulo que qualquer apóstolo de Cristo. Quando as mulheres contemplaram o sepulcro vazio e anunciaram aos discípulos, a Bíblia nos diz qual foi a reação deles:” E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram “(grifo meu- Lucas 24:11). Notemos que todos os apóstolos (v.9) ouviram o relato das mulheres e igualmente não creram em suas palavras, e consequentemente descreram do próprio Cristo que lhes havia anunciado a ressurreição.
    Na verdade, Tomé foi um dedicado servo do Senhor. Demonstrou disposição para morrer por Cristo (João 11:16) e certamente operou sinais e maravilhas pelo poder de Deus (Atos 2:43). Além disto, a tradição nos revela que o seu ardente amor por Jesus o levou ao martírio aproximadamente no ano de 70 d.C. Também nos diz que após levar o evangelho à Índia, aos pardos e Extremo Oriente, ele foi lançado vivo numa fornalha vermelha de calor. Por certo, a imensa maioria que fala com desdém sobre Tomé não é capaz de fazer um décimo do que ele fez pela causa do evangelho. Apesar de ter fraquejado na fé num determinado momento, ele foi um exemplo de perseverança e amor a Jesus. Sua fé foi provada diversas vezes, e ele se mostrou convicto. Muitos de nós não possuímos sua coragem e determinação.
   Assim como ocorreu com Tomé, com outros personagens bíblicos se deu o mesmo. Foram marcados por algum erro cometido. Quantas vezes ouvi pregadores falarem com certa zombaria sobre o episódio em que Pedro afundou no mar após desviar os olhos de Cristo. Mas nunca ressaltaram o desejo do apóstolo em estar com Cristo, disse ele: “Se, és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas” (Mateus 14:28), e nem o fato de Pedro ter andado por alguns momentos sobre as águas, enquanto os demais apóstolos ficaram acanhadamente dentro do barco. A experiência de Pedro com Jesus naquele dia foi maravilhosa, apesar de sua hesitação ao sentir um forte vento. É preferível nos lançar às águas ao encontro do Mestre, arriscando-nos a afundar a ficar encolhidos em aparente segurança numa pequena embarcação.
   Pedro também é marcado como aquele que negou conhecer a Jesus diante de várias pessoas quando o Senhor foi preso. Não há dúvidas de que foi um grave pecado. Todavia, devemos observar que ele era o apóstolo que ainda estava mais perto de Cristo. Os outros haviam desaparecido. Seu coração foi tão sensível ao toque divino que bastou um olhar para que se arrependesse. “Virando-se o Senhor, olhou para Pedro e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: “Hoje, antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, havendo saído, chorou amargamente.”(Lucas 22:61-62). Pedro glorificou a Deus até na sua morte (João 21:19). Diz-se que ao ser levado à cruz pediu para invertê-la, pois não era digno de morrer como seu Mestre.
    O que ficou gravado para Deus não foi seu momento de fraqueza, mas sua vida de abnegação e serviço. Certa vez atentei para um trecho da Bíblia, registrado no terceiro capítulo do evangelho de Marcos em que Jesus escolhe os seus apóstolos. O nome de Judas está em último na lista, e acompanhado da expressão “foi quem traiu”. A traição não foi acidental em sua vida. Ele já furtava as ofertas dadas aos discípulos (João 12:6). Ele não apenas o traiu em um dado momento, mas ele era um traidor. Entretanto, veja o que se dá com Pedro: “A Simão, a quem pôs o nome de Pedro” (Mc 3:16). O próprio Senhor não quis que o nome de Pedro ficasse registrado ao lado de expressões como “àquele que o traiu”. Por isso o profeta afirmou que o Senhor lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar (Miquéias 7:19).
    Devemos vigiar para não estigmatizarmos ninguém. Ao recordar falhas de outros, que Deus mesmo já perdoou, é como se grudássemos em suas costas um papel contendo os seus pecados para que todos que se aproximem dele saibam. Alguns guardam mágoa por tanto tempo que isto se torna como um câncer a corroer a alma. Não devemos nos acusar de pecados passados, já há no mundo um acusador para isto (Ap. 12:10). Que o Senhor nos dê graça para curar as feridas dos soldados do exército do Senhor e erguê-los para continuarem no campo de batalha.

Você pode também gostar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...