26 de janeiro de 2010

QUEM SOMOS

QUEM SOMOS? 


Francisco Roberto Pereira da Silva, nascido em 02/05/1973, é casado com Miriam e pai da Sofia. Participa da Igreja Batista do Verbo e é graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Apresenta o programa de rádio "Palavra Viva", na FM Vida: 102,9, em Fortaleza (terças-feiras, às 22:00h).




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José George Vinhas Gonsalves, nascido em 10/08/1971, é casado com Sandra e pai do Gabriel e do Guilherme. Participa da Igreja Batista do Verbo e é graduado em Ciências Contábeis e em História, ambas pela Universidade Federal do Ceará. Participa do programa de rádio "Palavra Viva", na FM Vida: 102,9, em Fortaleza (terças-feiras, às 22:00h).



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TEMPLO DA IGREJA BATISTA DO VERBO



ENDEREÇO: RUA Capitão Vasconcelos 559 BAIRRO: Alto da Balança

CEP: 60851-220 FORTALEZA - CE

Domingo - 9:00 h Escola Bíblica - Culto às 18:30 h

 Quinta - 19:30 h 


OBJETIVO


O nosso desejo é, de alguma forma, alcançar vidas que ainda não conhecem a Jesus como Salvador, trazer mensagens bíblicas de reflexão e edificação, informação sobre história da igreja e atualidade, bem como interagir com irmãos que tenham este mesmo sentimento de piedade.

Estamos orando para que este veículo de informação contribua para o crescimento espiritual de todos os que fazem parte da Igreja do Senhor, espalhada nos quatro cantos da terra, e que amam a Sua vinda.

Que Deus os abençoe!

25 de janeiro de 2010

EDIFICAÇÃO

“..se temos que fazer algo pelo Senhor Jesus, é preciso que o realizemos com urgência”.


 C. H. Spurgeon, (1834 -1892 ), pastor inglês 

"Parece-me que naquilo em que a graça divina tenho tido êxito, poderia ter alcançado em escala muito maior se eu tivesse sido um homem melhor”.

C. H. Spurgeon, (1834 -1892 ), pastor inglês.

 “Nossa posição é a de servo de todos”.

 C. H. Spurgeon, (1834 -1892 ), pastor inglês.

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“Salva-me do erro de julgar uma igreja pelo número de seus membros, pela sua popularidade ou pelo total de suas ofertas anuais”.

A.W. Tozer, ( 1897- 1963), pastor americano

 “No mundo ocidental o inimigo repudiou a violência, ele não vem a nós com a espadae o porrete; vem agora sorrindo, trazendo presentes”.

A.W. Tozer, ( 1897 - 1963 ), pastor americano

Tudo o que me impeça de chegar à Bíblia é meu inimigo por mais inofencivo que pareça”.
A.W. Tozer, ( 1897 - 1963 ), pastor americano

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                  “Os que são amigos por causa da utilidade separam-se quando cessa a vantagem, pois não amavam um ao outro, mas apenas a utilidade.”

Aristóteles, ( 384 – 322 a.C), filósofo grego

A maioria das pessoas parece, em razão de sua ambição, preferir ser amada a amar, e é por isso que em geral os homens gostam da lisonja.”
Aristóteles, ( 384 – 322 a.C), filósofo grego



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“..demonstrei que a morte não possui importância alguma para mim, mas de não cometer injustiças e crueldades, isto sim me importa acima de qualquer coisa.”
                                    
       Sócrates, ( 469 – 399 a.C), filósofo grego
  





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        “Muitos há que estão dispostos a fazer qualquer coisa em religião, contanto que isso não exija renúncia. Quando deles é exigida qualquer coisa que requeira abnegação, é pedir demais!

Finney, (1792 - 1875) pastor e teólogo americano





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A IMPORTÂNCIA DA REFLEXÃO


“Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres e o filho do homem que o visites?”
Salmos 8:3,4


         Estamos vivendo numa correria tremenda. Os relógios foram acelerados? Parece que o tempo passa bem mais rápido hoje do que quando eu era criança. As pessoas quase não se cumprimentam mais nas ruas porque todos estão correndo. A vida moderna exige que assim seja. 
        Hoje eu estava fazendo uma caminhada com minha esposa e uma senhora passou por nós e nos cumprimentou, coisa que eu estranhei, haja vista a correria nossa de cada dia, mas ela passou tão rápido que minha esposa não a percebeu. Isso, para mim, é um problema. Nós estamos sendo sugados por essa correria. Mas o pior é que nós gostamos dela, pois, além do trabalho, estudo, família, contas a pagar, poucas a receber e muitas outras circunstâncias que nos ocupam e que nos impedem a refletir, sobre nos mesmos, e sobre Deus, ainda ocupamos o tempo livre, que temos para pensar, para refletir, com um aparelho de música que não sai do nosso ouvido. 
          É bem verdade que muitos não querem refletir sobre a própria vida ou sobre Deus. Na verdade muitos querem esquecer a própria vida porque suas vidas estão tão desgraçadas que não vale a pena pensar. Pensar é um sofrimento para elas. Outras não pensam simplesmente porque são alienadas e nem se deram conta que a vida está passando por elas e que o tempo passado não volta mais. Porém nós, que já conhecemos ao Senhor, como podemos negligênciar a tarefa da reflexão, da meditação? Meditar e refletir é parar. Parar pra contemplar, parar pra construir, parar pra melhorar. O salmista disse: “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos....que é o homem para que te lembres dele? 
         Meus amados, quando nós olhamos para a grandeza da criação, percebemos que existe um Deus grande por trás dela. Que tudo criou de forma perfeita. Ele mesmo ao criar viu que tudo era bom (Gn 1:31). Mas, ao parar para olhar essa grandeza nós também nos damos conta de nossa fragilidade, de nossa limitação. Esse conhecimento revela quão pecadores somos e quão santo Ele é por isso o salmista disse: “que é o homem para que o visites?”
        Não deixemos que a correria dessa vida nos absorva. Que Deus nos dê discernimento e sabedoria para administrarmos o tempo segundo a Sua vontade.

        Você já olhou para o céu hoje?

No amor de Cristo,
Roberto Pereira


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UMA PALAVRA AOS PAIS



        Há algum tempo venho meditando acerca da educação que devemos dar aos nossos filhos. E, por acreditar que a escola bíblica de crianças, embora importante, não seja suficiente se os pais não as ensinarem e forem um bom exemplo de servos de Deus. Então resolvi escrever este artigo.
        Em primeiro lugar, a Escritura revela-nos que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão (Sl 127:3). Ora, se são bênçãos, não podemos tratá-los como sendo uma maldição. Alguns pais, pela própria frieza, culpam seus filhos pela sua ausência à escola bíblica ou ao culto de doutrina, e outros chegam a dizer que já não podem ler a Bíblia ou orar por causa deles. Mas tudo isto é uma questão de prioridade. Quando queremos fazer algo de nosso interesse, não há nada que nos impeça. Por vezes o nosso coração fica tão frio e insensível que não conseguimos ouvir a voz do Espírito, ainda que Ele grite.
        Tentem lembrar o momento em que vocês souberam que iriam ser pais. Lembrem-se quando vocês, pela primeira vez puderam senti-lo. Quando, ainda no ventre, o viram mexer. Quando escutaram seu coração. Quanta emoção! E quando ele nasceu e o colocaram nos braços, e ele os olhou. Como ficaram gratos a Deus! E agora? Como aquela criatura tão bela pôde ter se transformado nesta pedra de tropeço? Digo que não é assim. O problema está em vocês. Cabe a vocês se arrependerem e pedirem perdão a Deus por terem negligenciado esta tão sublime tarefa. Como ensinar aos outros quando o discípulo que vocês tem em casa está reprovado por sua negligência?
        Infelizmente tenho visto com muita tristeza e pesar de coração que nossas crianças sabem mais sobre programas televisivos e jogos da internet que sobre Abraão, Davi e o próprio Senhor Jesus.
        É necessário que tenhamos a ciência de que nossos filhos não nascem cristãos, antes precisamos ensiná-los no caminho do Senhor. Você sabia que um dos requisitos para que um irmão seja reconhecido pela igreja como pastor ou diácono é que seus filhos sejam disciplinados (I Tim 3:4 e Tito 1:6)? E que a profecia contra a casa de Eli se deu como consequência da má educação que deu aos filhos (I Sam 3:13)?
        A Escritura é clara quando afirma: ”a estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara e a correção a afugentará dele”. E outra vez: “não retires da criança a disciplina, porque fustigando-a tu com vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigará com vara e livrarás a sua alma do inferno (Pv 22:15 e 23:13,14)”. Percebo que alguns irmãos não têm sequer coragem de repreender os filhos, e que alguns até cooperam para que se afastem do caminho do Senhor, mentem (contudo eles percebem), faltam aos compromissos, são impontuais, usam um linguajar torpe (eles copiam) e incentivam o uso de adornos e trajes inapropriados. Trajes que muitas vezes sequer cobrem o corpo. Digo ainda que, nós não devemos vestir em nossos filhos roupas que reprovamos em adultos, principalmente as do sexo feminino (como calça comprida, short, ou minissaia). Talvez você ache isto radical demais, porém o que quero dizer é que se você vestir essas roupas em suas filhas o tempo passará e quando menos esperar elas já terão se tornado adolescentes e será mais difícil convencê-las de que aquele tipo de roupa (que você mesmo comprou) não agrada a Deus (Deut 5:22; I Tm 2:9,10; I Pe 3:3;). Acredito no poder de Deus, e sei que Ele, e não nós, é quem tem o poder de converter corações. Mas a responsabilidade de ensinar nossos filhos é nossa. Prefiro me apoiar no versículo que diz: “ensina teu filho no caminho que ele deve andar e até quando envelhecer, não se desviara dele” (Pv 22:6).
        “Ora, enquanto Esdras orava e fazia confissão chorando e prostrando-se diante da casa de Deus, ajuntou-se a ele de Israel uma grande congregação de homens mulheres e crianças” (grifo meu - Esdras 10:1). Eis um fator que contribuiu para que Deus movesse sua mão e mandasse poder e fogo do céu: todo o Israel junto, homens, mulheres e crianças. Isso nos ensina que devemos incentivar nossos filhos a um compromisso com Deus. No entanto, na maioria das vezes, passamos aos pequeninos que isso é coisa de gente grande, e que ele, no horário do culto, pode se entreter com algum brinquedo enquanto nós os adultos, prestamos um culto ao Senhor. Muitas vezes sentimos alívio quando é anunciado que haverá culto infantil, pois assim não teremos o compromisso de ficar com nossos filhos. Incentivo aos pais a levarem seus filhos escola bíblica, não para se livrarem deles, mas para terem a alegria e o prazer de vê-los crescendo no caminho do Senhor. Exorto aos pais que orem com e em favor de seus filhos, e que peçam sabedoria e discernimento para educá-los. Que eles sejam melhores que nós, e que Deus seja glorificado em suas vidas.
        Lendo a Bíblia, deparei-me com textos que tratam de como os pais receberam a ordem de Deus para contar seus grandes feitos aos seus filhos (Ex. 12:26; 13:8,14; Jos 4:6 e Sl 78). Quão bela é a cena que passa em minha mente quando medito nestas passagens! Os pais contando a seus filhos como Deus livrou-os das pragas e como os tirou, com mão forte, da terra do Egito. Você conta os feitos do Senhor Deus aos seus filhos? Lê a Bíblia para eles? Se não, comece a partir de hoje e você terá uma experiência maravilhosa com o Altíssimo.

         No amor de Cristo, o Senhor!
Roberto Pereira

19 de janeiro de 2010

NÓS E O HAITI

       Nestes dias tenho visto perplexo as cenas de destruição, morte e dor no pequeno país da América chamado Haiti, devastado por um terremoto. Vi também, em meio ao caos, pessoas de vários países ajudando aquele povo: médicos, soldados, voluntários de várias profissões prestando solidariedade.
        Tudo isto me levou a pensar sobre a atuação que Jesus teve no mundo e àquela que a igreja deve também ter em relação ao sofrimento humano. Cristo viu o homem em sua plenitude. Não eram apenas almas a serem salvas, mas também corpos a serem alimentados e curados.
        Em diversas passagens do Evangelho, Jesus mostrou-se estar completamente envolvido com os problemas do povo. Antes da multiplicação de peixes e pães, ele disse: “Tenho compaixão desta gente” (Mt. 16:32). Na narrativa de uma cura, o evangelista narra: “Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica limpo!” (Mc. 1:40-41). Ele não apenas fez o bem às pessoas, mas a sua motivação era correta, vinha de um coração cheio de compaixão.
        Na história da igreja percebemos que os avivamentos levaram os crentes a um maior comprometimento com a mensagem plena do evangelho, o que os levou a um maior engajamento com as questões sociais de seu tempo. Podemos citar o movimento espiritual dos quakers, notáveis abolicionistas, ou do Exército de Salvação, que trabalhava junto aos desvalidos da Inglaterra. A socióloga Ângela Randolpho descreve assim, em seu livro Católico, Protestante, Cidadão os efeitos de um avivamento ocorrido nos Estados Unidos: “a última metade do século XIX foi a época da reedição do sonho de fazer os Estados Unidos uma nação cristã, e o revivalismo iria lutar contra os ‘males’ da nação: a pobreza, a opressão sofrida pelas mulheres, a escravidão, entre outros” (p. 59).
         Em nosso país, infelizmente, o que tem mais prosperado no meio evangélico é o tipo de mensagem individualista, fomentada pela “teologia” da prosperidade. Esta pregação leva os crentes a cuidarem apenas de suas próprias vidas. Os outros? Ah, eles que tenham fé para serem abençoados.
         Por isso, catástrofes como as do Haiti, ou mesmo em nosso país (enchentes, secas) ou ainda, injustiças sociais, não sensibilizam uma grande parte do meio evangélico brasileiro. Uns apenas as definem como castigo ou desígnio divino, sem se sentirem motivados a se envolverem, de algum modo, com o problema.
          Por que deveríamos nos importar com aquela gente de cor escura, praticante da religião vodu, que mora em um acanhado país do Caribe? Bem, em primeiro lugar eles são amados por Deus, tanto como cada um de nós. Deus não ama por medida, ou faz acepção de pessoas, simplesmente porque Ele é amor. Por fim, neles estão gravados a imagem do Senhor Criador. Devemos amá-los, pois Deus está, de algum modo, em cada homem e mulher daquele lugar.
         Se nós cristãos não sentimos compaixão pelos males sociais que nos cercam, certamente não estamos em sintonia com o nosso Mestre, nem com os momentos mais iluminados do povo de Deus na história: “aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou” (I-João 2:6).
George Gonsalves


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