8 de fevereiro de 2010

CONFISSÕES DE UM MINISTRO DE LOUVOR

CONFISSÕES DE UM MINISTRO DE LOUVOR
Autor: Dan Lucarini. Ed. Fiel, 2006, 144p.




       A música talvez seja um dos maiores pontos de discórdia na igreja evangélica contemporânea. Em meio a tantos livros incentivando as igrejas a adotarem em seus cultos músicas de ritmos de maior apelo popular (rock, funk, forró, dentre outras), há este de um “ex-ministro” de louvor que condena esta prática.
            O autor às vezes é duro em sua abordagem, mas não perde a sobriedade e mantém um bom nível argumentativo. Ele combina depoimentos pessoais com argumentos bíblicos e históricos. Concordo com a maioria de suas idéias sobre como deve ser o louvor na igreja, mas acredito que ele cai um pouco no formalismo. No entanto, o livro merece ser lido.  
George Gonsalves

2 comentários:

otavio albino sal da terra maranguape disse...

discodo um pouco do autor agente não pode ser estremista em relação a musica evangelica .o que eu defendo é ordem e decencia não usos costumes ou tradicionalismos . graça e paz eu gostaria de ouvir uma musica do vencedores por cristo no domingo (vaso novo) 22/04/2012

Consultora em Educação disse...


Ministro de música


1. Toda pessoa tem o sagrado direito de frequentar os cultos e atividades da igreja e de sentir-se muito feliz, sereno, confortado, em qualquer idade.

2. O ouvido tem alta sensibilidade e suporta confortavelmente, por uma, duas horas, no máximo, 50 decibéis. Passou disso, além do mal que faz à saúde, incomoda muito.

3. Todo instrumento pode ser usado no louvor, com inteligência, mesmo sabendo que há aqueles próprios para o culto.

4. Culto não é show.

5. Não existe hino ou música velhos.

6. É preciso selecionar hinos próprios para cada ocasião, com mensagem, poesia, melodia, harmonia, ritmo. Ritmos assincrônicos desorganizam a química cerebral. Derrubam pessoas e até muros. Josué 6:20 Juízes 7:18

7. Fundo musical durante o culto não pode interferir, desconcentrar, incomodar; use-o com muita inteligência. Ninguém suporta um teclado dedilhado pra lá e pra cá, aleatoriamente. Se for um hino próprio para a ocasião, baixinho, tudo bem, mas notas soltas...nem pensar.

8- A música tem o poder de mobilizar as estruturas mentais.


9- Culto animado não é sinônimo de barulho. Reverência, participação, adoração, comunhão, consagração, dedicação, apontam para o equilíbrio. O templo não é um lugar sombrio, triste, com silêncio sepulcral, é um espaço de alegria, louvor, transformação, decisões.


10- Se você faz parte da equipe de músicos, nunca fique se distraindo e brincando com os instrumentos no altar, após o culto.

“E Quenanias, príncipe dos levitas, tinha cargo de entoar o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido nisso.” 1º livro de Crônicas 15.22.


Ivone Boechat

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